Salvador conta com um espaço público que une tecnologia, arte digital e consciência ambiental. Trata-se da Sala Imersiva, do Centro de Interpretação da Mata Atlântica (Cima), no bairro do Bonfim, na Cidade Baixa.
O local, que funciona de terça a domingo, sem necessidade de agendamento, é a primeira estrutura multissensorial a operar de forma gratuita.

Ao entrar no local, o visitante percebe que é possível transformar a natureza da cidade em memória viva com o uso da tecnologia, já que projetores de alta resolução são capazes de emitir nas paredes e no chão imagens de árvores e animais que vivem na Mata Atlântica, bioma que faz parte da capital baiana.
A curadoria e criação do conteúdo audiovisual são de responsabilidade do SSA Mapping, festival internacional de artes visuais que há quase uma década transforma prédios históricos da capital em telas monumentais.

Ao longo da exibição, o público é conduzido por sons de pássaros, árvores em movimento, informações sobre espécies e dados sobre devastação e recuperação da Mata Atlântica. Além disso, a narrativa visual mostra a história da floresta, o avanço da urbanização e os desafios contemporâneos da preservação.

O espaço é aberto para escolas municipais, particulares, turistas e moradores. A experiência não precisa de agendamento, mas há limite de pessoas por sessão, cerca de 20, para evitar desconforto com o movimento das projeções.
