O artista plástico Fernando Queiróz, morador de Fazenda Coutos 3, no Subúrbio de Salvador, compartilhou neste sábado (5) o resultado de trabalhos desenvolvidos por ele nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras). Já entrevistado por este Correio Suburbano, o multiartista também se destaca pelo trabalho realizado junto às comunidades da capital baiana.
“Gosto de compartilhar com os meus amigos a outra parte de meu trabalho como artista, que é a parte social que poucos entendem. Mas pra mim é muito importante, como legado social, cultural e espiritual”, escreveu em uma lista de transmissão.
Queiróz compartilhou dois vídeos. Em um deles, a assistida do Cras de Pau da Lima, Maria José, mais conhecida como “Zezé”, de 55 anos, comentou sobre a importância das oficinas de mosaico ministradas pelo artista para combater um quadro de depressão.
“Eu estava em uma situação de depressão e ansiedade. Já tinha feito outros cursos, de pintura de tecido, de cerâmica e queria mais coisas pra dar ânimo à minha vida. Me apaixonei pelo mosaico quando vi as coisas que o professor fazia. Comecei a fazer o curso e me apaixonei. A arte é a cura, é uma coisa que gente busca, o autocuidado. A arte ajuda a gente a ter alegria, a viver. É isso que me move”, disse Zezé em um vídeo produzido pela Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre).
A arte é a cura
Em outro vídeo, a aluna Eliene Nascimento, do Cras do Bairro da Paz, lê uma carta de agradecimento ao professor.
“Sua dedicação e paixão por ensinar são contagiantes e me motivam a ser melhor a cada dia. Obrigado por acreditar em mim e me ajudar a crescer não apenas academicamente, mas como pessoa. Por deixar uma marca positiva na vida de seus alunos”, leu em voz alta.
O artista e a marca positiva na vida dos alunos
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